Na Rede Irerê, entendemos que proteger a ciência é uma tarefa coletiva, contínua e estratégica. Por isso, organizamos nossa atuação em diversas frentes que buscam garantir liberdade acadêmica, acolhimento a pesquisadores perseguidos, memória histórica e articulação institucional em prol da integridade científica e da democracia.
A Rede Irerê atua na proteção e valorização do whistleblower — o informante que denuncia práticas ilegais, antiéticas ou lesivas ao interesse público. Nosso compromisso é fortalecer mecanismos de denúncia segura, apoiar cientistas e trabalhadores que enfrentam retaliações e articular redes de proteção que assegurem a integridade da ciência e da sociedade.
Canal de acolhimento, escuta e apoio direto a cientistas e comunicadores ameaçados por sua atuação técnica, ética e comprometida com a sociedade.
Incidência junto a instituições públicas e acadêmicas para garantir mecanismos de proteção à liberdade científica e responsabilização em casos de perseguição.
Ações de resgate histórico, como o Massacre de Manguinhos, para garantir reparação simbólica e visibilidade às trajetórias de cientistas perseguidos.
Articulação com entidades científicas, institutos, organizações da sociedade civil e veículos de imprensa para fortalecimento de uma ciência pública, crítica e comprometida.
Nosso compromisso é com a transparência, o acolhimento e o fortalecimento da comunidade científica. Se você ainda tiver perguntas, entre em contato conosco — estaremos sempre abertos ao diálogo.
A Rede Irerê é uma articulação formada por pesquisadores, ativistas e entidades científicas com o objetivo de proteger a liberdade acadêmica, acolher cientistas perseguidos e fortalecer a produção de conhecimento crítico e público no Brasil.
Whistleblower é a pessoa que denuncia práticas ilegais, antiéticas ou prejudiciais ao interesse público, contribuindo para a transparência e a integridade das instituições. A Rede Irerê apoia e defende esses informantes, em especial quando se trata de cientistas e trabalhadores que sofrem retaliações por expor violações que afetam a ciência, a saúde e a sociedade.
Porque muitos cientistas, pesquisadores e trabalhadores sofrem perseguições e retaliações ao expor violações que afetam a ciência, a saúde e a sociedade. A Rede Irerê se dedica a proteger essas vozes e a promover um ambiente seguro para que possam contribuir com o bem comum.
Ainda que o Brasil não possua uma lei tão consolidada quanto a europeia ou a norte-americana, existem dispositivos legais que reconhecem e buscam proteger o informante contra retaliações. A Rede Irerê acompanha esse debate e atua para fortalecer tais garantias.
A rede surgiu em resposta ao aumento de ataques à ciência, à educação pública e aos direitos humanos, especialmente durante o governo Bolsonaro. Foi lançada em 20 de outubro de 2020, com apoio da Abrasco e outras organizações.
A rede é aberta à colaboração de pesquisadores, coletivos acadêmicos, jornalistas científicos, entidades da sociedade civil e cidadãos comprometidos com a defesa da ciência e da democracia.
Sim. Uma das frentes de atuação da Irerê é o acolhimento e suporte a pesquisadores perseguidos por sua atuação científica, especialmente em temas sensíveis como agrotóxicos, saúde pública, meio ambiente e direitos humanos.
Você pode entrar em contato através dos nossos canais oficiais. Também é possível participar das reuniões, compartilhar nossas publicações ou formar núcleos locais de atuação em sua universidade ou região.